-Hoje fiquei triste e não era para se esperar isso de mim, adoro a sexta, sempre gostei, até acho que nasci a pensar na sexta feira, tal como a composição dos "the cure- friday i´m in love" acordei num soluço e vi que tinha uma princesa ao meu lado sem os dentes da frente, a sorrir para mim e ao qual eu amo profundamente ao sopro de um raio;(este olhar fez-me recordar um outro momento especial, numa outra cama); um acordar e pêras sempre adiar ao relógio o levantar! O tempo passa para mim tal como passou para muitos outros poetas, mas hoje tive dificuldade no acordar no arranjar a lancheira, pois para mim tudo é tão fácil tão ergononico tal como uma amiga me dizia tudo muito dezaine. mas esta lancheira teve 4 mãos duas grandes, umas delas magoada e duas outras bem pelicuares com sorriso nos dedos e alegria por passar um noite ao lado da pessoa que mais confia e ama no mundo.
tudo voou após isso a estrada encurtou os minutos passaram e até a minha alegria de sexta-feira foi esmorecendo em ver que o presenciei.
- no local onde trabalho tem por especial habitat um cão de nome amarelo, não me perguntei porquê mas na hora da refeição come apenas ao meu mando e de uns outros poucos colegas. fantástico ver um cão a salivar aguardar um ordem de "pega" quase doentio, mas desta forma obtém o nosso carinho que até então não passava de um rafeiro sem nome sem identidade e sem pega.
A este local para além das ratazanas e borboletas e passarinhos tem também um outro cão este esta enjaulado por estranho que pareça a sua presença assusta pelo detalhe que o Homen racional fez a esta criatura corte das orelhas, botox no focinho e o rabo curto quase como um encastre, que aberração que ao uivar parece uma raposa, nem de lobo parece. imagino de noite esta criatura dava um bom alien.
Entre meados de agosto, setembro apareceu um outro cão amarelo também mas este era mais claro e com um frisar do pelo que assumia uma elegância distante aquele lugar onde serve para ganhar dinheiro e trocar de experiências apenas bucólicas. Este cão virou cadela e assumiu um papel relevante na historia do amarelo, sempre galanteador com rosas em punhos e perfume com forma de retribuir o carinho e o afecto que esta lhe estava a dar em detrimento da concorrência de outros, mesmo ate da aberração modernizada. Parecia um romance visto em novelas mexicanas que viram portuguesas. lindo até para mim que corro a chegada com sacos e mais sacos e o meu olhar prende-se apenas para estes e para a maquina do café ao lado do pica.parava e observava o carinho existente no clima, melhor no cio que torna possível a vida.
A esta historia passou e apenas vi a ela interessada no lugar no espaço nas recordações e a enquanto isso via o amarelo como sempre vi nas rotinas dele e na espera da minha ordem para comer. senti tristeza e ate comentei entre amigos, ninguém levou a serio, melhor não tiveram a sensibilidade e mudavam de conversa com a historia do pega que eu tinha inventado.
hoje vi a ultimo adeus da cadela que estava a ser levada pelo empilhador para um lugar onde os homens comentavam:
-ei pá o amarelo é que f............
-credo estão pegados...............
a isto eu perguntava-me sem as devidas respostas.
este animal morrera por não ter o devido acompanhamento no parir pois teve dois animais pequeninos, lindos e pelo sinal não conseguira ter os outros. este animal tinha lágrimas em torno da cabeça, no sitio onde tinha parido os dois cães.
Quem viu não vai esquecer a impotência daquele olhar a pedir ajuda.
eu vi mais alem!!!!
aquela historia tinha passado, aquele amor lindo perdeu-se no acto....
Uma delas morreu, outra esta a ser bem tratada.....
vale a pena pensar naquele olhar carregado de lágrimas a pedir cuidados ,pedir que cuidem das crias...
pedir que nao a esqueçam
lindo de mais como triste de mais....
vale a pena pensar nisso....
O autor vai tentar contar por meados de historias, contos e passagens quer de caracter pessoal, quer de caracter geral, historias de outras vidas, para uma vida. Boa Leitura...
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Um domingo especial, com pensamentos.... livres
A existência humana traz-nos para os nossos mundos pessoas que pela sua natureza são boas felizes e tímidas, muito tímidas com medo de abrirem o seu coração para não ferir. A este estado de natureza cuidada reflecte, emana beleza no triturar dos rostos mais tristes e magoados pelo viver que é a vida.
obrigado!!!
Vale a pena pensar nisso
obrigado!!!
Vale a pena pensar nisso
sábado, 24 de novembro de 2012
Inteligência e/ou Eugenia
“Nós já fomos mais inteligentes”.
Essa frase pode ser atribuída a um famoso jornalista brasileiro, mas agora também está sendo dita por um geneticista chamado Gerald R. Crabtree, que publicou o estudo “Nosso frágil intelecto”. Para o cientista, há uma série de evidências que mostram que a raça humana passou por mutações genéticas que resultaram na perda de capacidade intelectual ao longo dos milênios.
A eugenia é base de boa parte das argumentações deste fato , pois os primeiros teóricos da eugenia diziam que a mistura de raças poderia deixar os humanos menos inteligentes.
Melhoramento genético poderá resolver todos os problemas no futuro!!!
Até isto acontecer o melhor é não misturar muito os genes(:(:
Vale a pena pensar nisso.
Essa frase pode ser atribuída a um famoso jornalista brasileiro, mas agora também está sendo dita por um geneticista chamado Gerald R. Crabtree, que publicou o estudo “Nosso frágil intelecto”. Para o cientista, há uma série de evidências que mostram que a raça humana passou por mutações genéticas que resultaram na perda de capacidade intelectual ao longo dos milênios.
A eugenia é base de boa parte das argumentações deste fato , pois os primeiros teóricos da eugenia diziam que a mistura de raças poderia deixar os humanos menos inteligentes.
Melhoramento genético poderá resolver todos os problemas no futuro!!!
Até isto acontecer o melhor é não misturar muito os genes(:(:
Vale a pena pensar nisso.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
RTP vs Estado
Se o problema é a RTP ou o dinheiro que vai para aquele endereço.(ou a falta deste)
O que será de um pais cada vez mais empobrecido com a leitura, com a cultura, com a musica e com a arte; apenas pensam no futebol, no futebol e nos Cristianos Ronaldos que não existem e querem torna-los mourinhos e nas ditas Fannys que vem e que vao. Que vida louca!!!( "Vida Loca")
que triste este pais de Ronaldos que não falam porque se o fazem erram....
vale a pena pensar nisso, ou não.
O que será de um pais cada vez mais empobrecido com a leitura, com a cultura, com a musica e com a arte; apenas pensam no futebol, no futebol e nos Cristianos Ronaldos que não existem e querem torna-los mourinhos e nas ditas Fannys que vem e que vao. Que vida louca!!!( "Vida Loca")
que triste este pais de Ronaldos que não falam porque se o fazem erram....
vale a pena pensar nisso, ou não.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
New Design
Criar a diferença por vezes é fatal para quem a concebe e para quem a quer adquirir.
Sentir a forma, a cor, a textura é a maneira que eu quero expressar por forma de uma linguagem que é denominada de cruzada....
Em Breve.....
(imagem 3d renderizada)
domingo, 18 de novembro de 2012
miudo voador
O miúdo voador
Nestes dias de chuva, de ventos, de tufões quase cercados de eventos morfados e térpidos, deparo-me numa situação que já não vivia a imenso tempo. Entrar num hospital sem forças sem dinheiro apenas com o meu olhar gélido de dor e com um sorriso malvado da dor alheia.
Quanto mais dor eu via mais prazer eu tinha. talvez para descurar a minha dor e tentar esquece.la mas vi um caso de um filho que fugiu da branca maca, descalço fugia em direcção a uma liberdade que era apenas do outro lado do anjo negro. A certeza dele era tão segura que a cobardia transparecia à sombra alheia e fugia pelos canos de obras e mais obras do hospital. A mãe tremula não sabia o que fazer o que dizer, mas os seus gritos eram como orgasmos de dor para mim, encarar o sofrimento dela com o meu que parecia nulo ao lado dela. enquanto isso o aumentar, o climax dela acontecia com espasmos à medida que ouvia dizer:
- é a mae daquele miudo que queria voar do predio do hospital.
- é a irma do miudo que vai para a psiquiatria.
entre tantos feedbacks eu ouvia os sarcasmos de coitadinha, que pena. a revolta da minha agonia foi de sair entrar como na vida, ser cobarde e nao ser, viver e tentar viver.
independentemente das razoes do miudo voador acho que ele queria viver, LIVRE sem o olhar daqueles que o viam como um outro doente sem recuperaçao.
vim para casa por saidas e por portas. nao paguei, na revolta e com a tristeza de ser cobarde e de me julgar melhor e nao passar de uma pobre mente triste.
vale a pena pensar nisso.
sermos aquilio e fazermos o querermos e sermos livres do que cobardes acomodados e traidos a nos mesmos.
Gualter luz 18-11-2012
Nestes dias de chuva, de ventos, de tufões quase cercados de eventos morfados e térpidos, deparo-me numa situação que já não vivia a imenso tempo. Entrar num hospital sem forças sem dinheiro apenas com o meu olhar gélido de dor e com um sorriso malvado da dor alheia.
Quanto mais dor eu via mais prazer eu tinha. talvez para descurar a minha dor e tentar esquece.la mas vi um caso de um filho que fugiu da branca maca, descalço fugia em direcção a uma liberdade que era apenas do outro lado do anjo negro. A certeza dele era tão segura que a cobardia transparecia à sombra alheia e fugia pelos canos de obras e mais obras do hospital. A mãe tremula não sabia o que fazer o que dizer, mas os seus gritos eram como orgasmos de dor para mim, encarar o sofrimento dela com o meu que parecia nulo ao lado dela. enquanto isso o aumentar, o climax dela acontecia com espasmos à medida que ouvia dizer:
- é a mae daquele miudo que queria voar do predio do hospital.
- é a irma do miudo que vai para a psiquiatria.
entre tantos feedbacks eu ouvia os sarcasmos de coitadinha, que pena. a revolta da minha agonia foi de sair entrar como na vida, ser cobarde e nao ser, viver e tentar viver.
independentemente das razoes do miudo voador acho que ele queria viver, LIVRE sem o olhar daqueles que o viam como um outro doente sem recuperaçao.
vim para casa por saidas e por portas. nao paguei, na revolta e com a tristeza de ser cobarde e de me julgar melhor e nao passar de uma pobre mente triste.
vale a pena pensar nisso.
sermos aquilio e fazermos o querermos e sermos livres do que cobardes acomodados e traidos a nos mesmos.
Gualter luz 18-11-2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)



